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Notas especiais

Eles estão livres, mas não muito.
O ex-médico Roger Abdeismassih, condenado há 278 anos por abuso sexual à suas pacientes estava escondido no Paraguai e agora se encontra preso no Brasil. Após forte esquema entre as polícias do Brasil e do Paraguai, Roger foi preso após vários meses de campanha das polícias dos dois países. A Rede Globo e a Rede Record mostraram amplas matérias em seus noticiários dominicais. O desgaste da família começou desde 2008, quando a primeira mulher o denunciou. Ele ia comemorar o aniversário de seus filhos gêmeos. Que vergonha. Dizem que não há mal que dure para sempre. Ele prejudicou a vida de dezenas de mulheres que, muitas delas, perderam seus maridos que não conseguiram conviver com o fato.
Mas, desde 2008 ele já está pagando muito caro pelo que fez. Apesar de ter conseguido se casar com uma de suas pacientes, ele é uma vergonha para sua família, para seus amigos que não deixam suas mulheres se consultarem com ele. Vergonha para seu país que não quer seu nome relacionado com nada. Quem leitor, confiaria em um homem condenado há 278 anos por crimes que não tem defesa. Ele não pode viver livremente nem se fugir da cadeia ou se conseguir Habeas Corpus, sei lá de que forma. Mas ele não consegue dormir direito, precisa ficar olhando por cima dos ombros a todo instante. Ele enxerga, de longe, que as pessoas não confiam nele. Nesse país existe Justiça sim.
Pense aí leitor. Você conseguiria viver com crimes nas costas, sendo que a imprensa inteira já noticiou todas as suas falcatruas
Novos fatos podem mudar tudo
Tivemos na semana passada um acontecimento histórico para o Brasil. Eduardo Campos, um dos candidatos à Presidência da República morreu vítima de um acidente aéreo na região de Santos. Com ele, também faleceram mais seis pessoas. O fato gerou comoção na nação inteira. A repercussão foi internacional. Nos últimos dias, no meio político, só se fala no PSB e na Marina Silva, tanto é que um dos nomes mais lembrados em uma recente pesquisa eleitoral para Presidente da República alavancou o nome de Marina junto com o PSB. Até então ela estava na terceira colocação do eleitorado, mas agora já figura na segunda colocação, brigando com Aécio Neves para ver quem vai para o segundo turno com Dilma.
Muita coisa ainda vai rolar. Assuntos importantes virão à tona e serão discutidos nos próximos dias. É certo que o nome de Eduardo Campos estava entre os melhores políticos do país. Ele foi governador de Pernambuco e teve aprovação de 83 por cento do eleitorado. Tinha excelentes projetos, principalmente para a saúde e educação. Projetos esses que já foram implantados em Pernambuco e deram certos. Ele gozava de um prestigio muito grande em seu Estado, tanto é que estava em primeiro lugar para a sucessão presidencial, nas eleições, deste ano. Vem da família de Miguel Arraes, tradicional do Nordeste, que também governou o Estado por muitos anos e tinha um bom acesso a empresários de todo país.
Com a entrada de sua vice como candidata a presidente, algumas coisas precisam ser revistas. Por exe
Hora dos amigos importantes
Há menos de dois meses para as eleições ainda existem 59 por cento dos eleitores em dúvida em quem votar para presidente do Brasil, segundo pesquisa da Agência de Propaganda Rino. A baixa confiança na capacidade de recuperação da economia brasileira é o maior fator da decisão de cada eleitor para escolher. Todos ainda vão esperar por alguns dias para decidir. A agência não perguntou aos entrevistados o nome de quem eles vão votar e, sim, se eles já decidiram em quem votar para presidente nas próximas eleições. A pesquisa mostrou ainda que 23 por cento já se decidiram e 18 por cento vão votar em branco ou nulo.
Para medir qual tem sido o comportamento do eleitor paulistano frente à eleição que se aproxima, a Rino Com, também mensurou quais fatores podem levar a uma mudança no voto.
Dentre os 59% de eleitores não convictos, o principal fator de decisão será o desempenho passado do candidato (35%), seguido por sua imagem (28%), suas propostas de campanha (27%), a situação econômica do País (11%) e aspectos subjetivos relacionados à vida pessoal do eleitor (11%). Há ainda, entre este eleitorado, uma percentagem de 13% que não soube dizer o que conquistaria seu voto.
Cansado de mentiras, de lengalenga e de palavras que não se sustentam, o eleitor vai esperar até os últimos dias para se decidir. O Horário Eleitoral Gratuito (obrigatório) tem audiência baixíssima e ninguém mais acredita nas mentiras que são contadas ali. Todos já sabem que existem promessas que são absurdamente
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